The Legend of Zelda: Majora's Mask 3D
Após a épica e genial aventura proporcionada por Ocarina of Time, a entrada em Majora's Mask funciona como uma espécie de esvaziamento emocional da grande…
Após a épica e genial aventura proporcionada por Ocarina of Time, a entrada em Majora's Mask funciona como uma espécie de esvaziamento emocional da grande campanha do herói do tempo. Como judeu errante, Link atravessa uma floresta escura, densa e mágica, bem distante de Hyrule e onde as poucas fontes de vida que com ele se cruzam parecem desconhecer por completo os seus feitos heróicos. O herói do tempo passeia com Epona, em passo lento, sem destino e sem a sua fada Navi. E embora pareça, já não é o rapaz da introdução mais formal de Ocarina e é nesta divisão que, numa brilhante sequência, Majora's Mask nos revela este lado escuro, sombrio e amplificado a partir do momento que duas fadas da floresta assustam Epona, fazendo cair Link. Prostrado no solo e inanimado, uma personagem que mais parece um espantalho, chamada Skull Kid, puxa a Ocarina que Link trazia presa ao cinto, fazendo-a sua, enquanto que eivado de curiosidade pelo instrumento começa a soprar uma e outra nota sem qualquer ritmo entre si, achando graça aquela transformação de um sopro em som, como se estivesse a brincar com a identidade do próprio Link.